Este artigo explora o desperdício de energia nos caminhões no Brasil e propõe soluções inovadoras para um futuro mais sustentável.
Talvez você já tenha percebido que temos períodos cada vez mais quentes ou com mais chuvas. Calor extremo, chuvas fortes, enchentes, alagamentos… tudo isso tem sido notícia, mas nada disso é causado por ‘forças da natureza’. O nome disso é crise climática.
Isso é uma consequência direta da exploração de combustíveis fósseis como petróleo, gás e carvão, assim como dá perda de florestas e vegetação, que são utilizados principalmente para a produção de energia. A cada vez que um carro ou caminhão é movido a diesel, que o agronegócio desmata para abrir campos para criação de animais ou monoculturas, que queimamos carvão para atender demandas energéticas… estamos agravando a crise do clima porque tudo isso gera mais gases de efeito estufa (GEE), que são os causadores do aquecimento global e consequentemente das mudanças do clima.
Isso fez com que, por exemplo, o ano de 2024 fosse o mais quente da história da humanidade, com cerca de 1,55 graus acima do período pré-industrial.
É importante dizer que essa é uma consequência do modo de produção e consumo do mundo capitalista pós industrialização, baseado na produção infinita e na exploração sem limites da natureza e das pessoas.
Explorar e utilizar cada vez mais combustíveis fósseis significa causar e acelerar a crise climática, que coloca em risco a vida humana na Terra e os direitos de todos nós. Lembrando que as populações mais vulnerabilizadas, como indígenas, pessoas negras e mulheres, são as mais afetadas.
Diante disso, a necessidade está clara: precisamos mudar a forma como produzimos e consumimos energia. Precisamos substituir a exploração de petróleo, gás e carvão por modelos renováveis. Precisamos de uma transição energética.